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abr 27 2016

exupery

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Produção Partilhada do Conhecimento

Conhecimento organizado e produzido por: CEDIPP – DIVERSITAS FFLCH – ECA / USP – LabAV/U.Aberta- PT

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A Produção Partilhada do conhecimento parte do princípio de que não deve haver hierarquia entre os saberes das Culturas Tradicionais Orais e da Universidade. O fato de que cada um destes saberes detém características próprias, não deve colocar um sobre o outro. O que buscamos é uma forma de produção de saber que seja o resultado do diálogo entre Comunidades Tradicionais e Universidades. Os recursos e linguagens do audiovisual e da hipermídia têm sido o melhor meio que encontramos para que esta troca de saberes ocorra da forma mais dialógica possível. Procuramos revelar esta parceria também nos créditos, considerando que todas as equipes que trabalharam foram extremamente diversificadas com a presença de indígenas, professores — estudantes e funcionários da USP e integrantes da ONG Nina Griô de Campinas.

Produção Partilhada do Conhecimento – Artigo Completo:

Producao_Partilhada_doConhecimento_artigo_Bairon

Vídeos:

Diabetes

Neste filme, intitulado pelos xavantes de Diabete – são apresentadas situações do cotidiano das aldeias indígenas, onde em alguns casos, cerca de 70% da população têm altos índices da doença. A destruição do meio ambiente, as invasões, limitações e diminuição das reservas e as graves mudanças na alimentação, trouxeram problemas graves e crônicos para as populações indígenas.

Alcoolismo

Neste filme, intitulado pelos xavantes e bororos de Alcoolismo – Bebida do Inferno, são apresentadas situações do cotidiano das aldeias indígenas, algumas delas dramatizadas pelos próprios integrantes do grupo que criou o o filme.

Museu e Memória

Neste filme, intitulado pelos xavantes e bororos de Museu e Memória – são apresentadas duas iniciativas na direção de preservar o universo simbólico dos xavantes e bororos para as próximas gerações. No filme xavantes e bororos apresentam as suas abordagens dos conceitos de memória e de museu na aldeia, que desenvolveram por meio de um franco diálogo com a pesquisadora Aivone de Carvalho Brandão, durante mais de uma década.

Jarudori

Durante o ano de 2013, xavantes e bororos trabalharam em parceria (filmagem e montagem) do filme que nomearam de Jarudori. Os trabalhos foram realizados tanto em terras bororos quanto na Universidade de São Paulo no interior da proposta Produção Partilhada do Conhecimento.
As Terras Bororos. Em 1912: 100 mil hectares. Em 1945: 6 mil hectares. Em 1960: 4.706 hectares. Nos dias atuais: vivem em 10 hectares e reivindicam 4.706, mas mesmo assim as invasões nas terras Bororos continuam

Meio Ambiente

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